
Minha filha aprendendo a costurar. A costura acabou virando parte da nossa rotina em casa.
Quando eu olho para a minha trajetória na costura, percebo que cada máquina que passou pelo meu ateliê marcou uma fase da minha vida.
Não foi apenas uma troca de equipamentos.
Foi uma evolução — de aprendizado, de desafios e de descobertas.
Hoje eu compartilho muito sobre costura aqui e no meu canal do YouTube, mas tudo começou de forma bem simples.
Minha primeira máquina: Singer Facilita Pro 4411

A primeira máquina que comprei na vida adulta foi uma Singer Facilita Pro 4411.
Quando ela chegou em casa, lembro perfeitamente da cena: eu sentei na frente dela com o manual aberto e comecei a explorar cada função.
Eu não tinha ninguém me ensinando naquele momento.
Era eu, o manual e a curiosidade.
Uma das primeiras coisas que fiz foi tentar fazer uma casa de botão.
E para minha surpresa… deu certo!
Ficou perfeita.
Foi uma alegria enorme perceber que eu realmente conseguiria aprender a costurar.
As primeiras peças que costurei

Com essa máquina eu costurei muita coisa.
Entre os projetos que fiz nessa fase estão:
uma barraca para minhas filhas brincarem dentro de casa um colchonete com travesseiro no formato de cabeça de urso nécessaires estojos escolares
Cada peça era um aprendizado novo.
A costura foi ocupando cada vez mais espaço na minha rotina.
A troca inesperada por uma máquina antiga

Depois de um tempo usando a Facilita Pro 4411, comecei a sentir dificuldade para fazer casa de botão.
Eu queria uma máquina com um sistema mais automático para essa função.
Foi então que surgiu uma oportunidade curiosa.
Descobri uma pessoa que tinha uma máquina antiga de pé de ferro, daquelas movidas sem eletricidade.
Acabei fazendo uma troca com ela:
dei minha Singer Facilita Pro 4411 e fiquei com a máquina antiga.
Foi uma experiência muito interessante ter contato com uma máquina desse tipo.
E logo depois disso comprei uma nova máquina doméstica.
Minha máquina doméstica atual

A máquina que uso hoje no meu ateliê doméstico é a Singer Facilita Pro 4432.
Ela acabou se tornando minha principal companheira em muitos projetos de costura criativa.
Com ela produzi diversas peças e continuei evoluindo nas técnicas.
A pandemia e a chegada da máquina industrial

Durante a pandemia eu produzi muitas máscaras de tecido para vender.
Foi nesse período que percebi algo importante:
eu precisava de mais velocidade e potência.
Foi então que investi na minha primeira máquina industrial: a Jack A4.
Ela trouxe uma diferença enorme para trabalhar com materiais mais pesados, principalmente sintéticos usados na costura criativa.
Outras máquinas que passaram pelo meu ateliê

Com o tempo outras máquinas também passaram a fazer parte do meu espaço de costura:
uma Singer Ultralock (overlock)
uma bordadeira Brother
e a ScanCut da Brother, uma máquina de corte
A ScanCut inclusive já me ajudou muito na personalização de peças, cortando filmes de recorte para aplicar em nécessaires e outros projetos.
Muito mais do que máquinas
Quando olho para todas essas máquinas, percebo que cada uma representa uma fase da minha história com a costura.
Não foi apenas sobre equipamentos.
Foi sobre aprender, testar, errar, acertar e descobrir o quanto a costura poderia transformar minha vida.
Hoje gosto de compartilhar essa jornada porque muitas pessoas também querem encaixar a costura na rotina — assim como eu fiz.
E essa é exatamente a proposta do meu conteúdo:
mostrar a costura na vida real.
Quer acompanhar mais dessa história?
No meu canal do YouTube eu compartilho bastidores, experiências com máquinas, cursos e ferramentas de costura.
Se quiser acompanhar mais dessa jornada, você pode visitar meu canal aqui:
👉 https://youtube.com/@ceciliamachadocostura?si=5BmrV6ZxC4Q_J200
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